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Microcontos 2 – A evolução

De hoje, 05 de junho de 2010:

1. Vendo os pelos negros, lisos e brilhantes quando ela se espreguiçou elogiou os jeans de cintura baixa e, já velho, se viu erótico outra vez.

2. Os dois dizem que se amam. Ela objetiva, ele disperso. Vive se atrasando. Ela reclamando. Para não acabar o amor ela jogou fora os relógios.

3. “Põem a arma na sua cabeça e levam celular, relógio, carteira. Você fica com uma história pra contar. Se não reagir”. No dia dele, reagiu.

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Os dois entraram juntos. Porém, não havia espaço para ambos. A vida tem dessas. Fica o que desiste. O outro sai triste. Espero que aprenda.

Não bebeu. Não suportou o dilema: o que vai antes, o gelo ou o whisky? Preferiu uma omelete de galinha. Tudo misturado, sem antes ou depois.

As moças da sala dizem que ele é o mais sério. Tem um olhar respeitoso. Por trás dos olhos ele as vê nuas rebolando oferecidas. Ledo engano.

No penâlti, quis dar uma paradinha. Sem freio, derrapou. A bola viajou lerda. Bem feito, pensou o goleiro, com a bola na mão. Rara vitória.

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Jacobinense, conquistense, itabunense, baiano, brasileiro. Pai de Giorlando e Alice, minhas razões de viver; profunda e eternamente apaixonado pela vida. 56 anos de idade, 40 de labuta como jornalista, publicitário, marqueteiro, blogueiro. Minha ideologia é o respeito, minha religião é o amor.

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