A pedido de um amigo triste, para sua amada ler.

Na minha última viagem dei a sorte de reencontrar um velho amigo na estação rodoviária. Já não nos víamos há uns dez anos. Ele vestia-se bem, camisa bem passada, mangas compridas por dentro da calça de sarja com jeito de nova. Elegante, embora me parecesse…

Leia Mais A pedido de um amigo triste, para sua amada ler.

Ah, essa velha limerência…

(Não sei dizer o que há em ti que fecha e abre; só uma parte de mim compreende que a voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas) Ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão pequenas. (E.E. Cumming. Tradução de Augusto de…

Leia Mais Ah, essa velha limerência…

Leão, a transa dos cachorros, o besouro, a loucura e Florbela

“Escreva. Em setembro não há nada.” Não há nada mais imperativo que a paixão. Dá ordens na mesma medida em que causa desordem. Na cabeça da gente, na vida, nas horas, nos dias e, principalmente, nas noites. Quando há paixão, as noites precisam ser completas….

Leia Mais Leão, a transa dos cachorros, o besouro, a loucura e Florbela