Anúncios
Uncategorized

Conquista precisa importar candidato a prefeito?

No sul do estado alguns políticos dirigem um município e ao fim do mandato disputam a eleição no munícipio vizinho. Ou saem de mandatos de vereador de um lugar para se tornar prefeitos em outro. E há casos dos que alternam a família entre municípios. A mulher em um o marido em outro. Por aí, ressalvado algum exagero.

Vitória da Conquista, em que pese, como outros municípios*, ter eleito muitos prefeitos que chegaram de fora, hoje está bem servido de bons candidatos. Ou nascidos na cidade ou que a escolheram como sua terra, onde constituíram famílias, trabalham e vivem diuturnamente. Herzém Gusmão (PMDB), José Raimundo (PT), Armênio Santos (SDD), Arlindo Rebouças (PROS), Odir Freire (PT), Valverde Mont’Alverne (PSDB) e Jean Fabrício Falcão (PCdoB) são conquistenses ou como se o fossem, efetivamente. Não apenas têm o município como uma de suas alternativas econômicas ou seus planos B da política.

Então, por que alguns empresários (na maioria) e certos políticos tentam insistir em candidatura importada? Entre 1995 e ali perto de 2000 havia essa alternativa (desnecessária, diga-se). De oportunistas a desesperados, uns tantos falavam em importar o tremedalense Chun Chan Chin para a disputa local. Queriam lançá-lo prefeito. Ele próprio sonhava com isso. Seria o ápice de sua carreira política, sepultada junto com a derrocada de Paulo Souto.

Chun Chan Chin era como também era conhecido o ex-deputado estadual Clóvis Ferraz. Herzém só se referia a ele assim na Resenha Geral do Meio-dia. Não sei se por intimidade ou por pirraça.

Hoje, Herzém, que aparece à frente nas pesquisas de intenção de voto, inteligentemente, levanta a bola de todos os pré-candidatos auto-lançados ou sugeridos por partidos e grupos políticos. À exceção, claro, de José Raimundo, Odir Freire e Fabrício. Sabe o radialista-deputado que não pode queimar ninguém, ou porque existe a possibilidade de ele não ser candidato e apoiar um desses nomes ou porque quer o apoio de todos na sua campanha.

Mas, não há necessidade de continuar vendendo a ideia de que Conquista precisa de Nilo Coelho como candidato a prefeito. Nilo é um importante empresário, amigo de Conquista, investidor, com parentes aqui, mas é da política de Guanambi. Talvez tenha chance de ser eleito em sua cidade, de novo.

Vitória da Conquista tem seus nomes, bons nomes. Repetindo os que eu lembro: rzém Gusmão (PMDB), José Raimundo (PT), Armênio Santos (SDD), Arlindo Rebouças (PROS), Odir Freire (PT), Valverde Mont’Alverne (PSDB) e Jean Fabrício Falcão (PCdoB).

*Para ficar nas “minhas” cidades: Guilherme Menezes (Vitória da Conquista) é de Iguaí; Vane (Itabuna) é de Cipó e Rui Macedo (Jacobina) é de Andaraí. Todos baianos.

Ano que vem, vamos ter uma cena como esta na campanha de Conquista?
Ano que vem, vamos ter uma cena como esta na campanha de Conquista?
Anúncios

Jacobinense, conquistense, itabunense, baiano, brasileiro. Pai de Giorlando e Alice, minhas razões de viver; profunda e eternamente apaixonado pela vida. 56 anos de idade, 40 de labuta como jornalista, publicitário, marqueteiro, blogueiro. Minha ideologia é o respeito, minha religião é o amor.

0 comentário em “Conquista precisa importar candidato a prefeito?

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: