Ações Governamentais

Prefeito de Conquista quer área do aeroporto para interligar avenidas e construir centro administrativo

A liberação pela presidente Dilma Rousseff de R$ 45 milhões para as obras de construção das áreas de embarque e desembarque do novo aeroporto de Vitória da Conquista representa mais do que a renovação da esperança dos que querem ver o projeto concluído e o equipamento funcionando, o que está previsto, se tudo certo, para o primeiro semestre de 2017. Quando o novo aeroporto estiver concluído e operando, a área do atual aeroporto pode retornar ao município, permitindo à prefeitura realizar modificações naquela parte da cidade, para facilitar a mobilidade urbana, e ainda implantar um moderno centro administrativo para funcionamento de setores da administração municipal.

Estes são os planos do prefeito Guilherme Menezes desde 2013. Segundo Guilherme, naquele ano foi entregue ao Ministério da Defesa a documentação comprovando que o terreno do aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo foi doado pela Prefeitura de Vitória da Conquista ao governo federal em 1956 e solicitando que a área retorne ao município logo que as operações forem transferidas para o novo aeroporto que está sendo concluído.

“Na primeira vez que eu solicitei aquela área, o ministro da Defesa era Celso Amorim. Eu levei e entreguei a ele a escritura de doação do terreno, feita pela prefeitura ao governo federal, em 1956, para construir ali o campo de avião, como chamavam. Quando Jaques Wagner assumiu o Ministério da Defesa eu retornei ao ministério e entreguei pessoalmente a ele essa solicitação e ele disse que ia ver com o Patrimônio da União”, relembra o prefeito.

Segundo Guilherme, não se trata de apenas querer o retorno da área em si, mas de obter condições para melhorias urbanas importantes. “Aquele lado da cidade precisa daquela área para interligar as avenidas que hoje são cortadas pela pista do aeroporto. Você só tem, praticamente, a Frei Benjamim para ir de um lado para o outro, pois as outras avenidas são cortadas pela existência da pista. E nada mais justo do que a área retornar para o Município, como conseguimos o Espaço Glauber, uma área de 25 mil metros quadrados, depois de muita tentativa, até conseguirmos com o Patrimônio da União”.

Além da interligação ou extensão das vias interrompidas pela pista do aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo, o prefeito acredita que no local pode ser erguido um centro administrativo. Guilherme também acha que o próximo gestor pode optar por vender o terreno. “A interligação das avenidas é uma das vantagens do retorno da área, mas, pensamos em usar o espaço”. O prefeito informou que conversou com o governador Rui Costa sobre o assunto pedindo o seu apoio pessoal e institucional para o pleito.

“Conversei com o governador na última reunião que tive com ele, pedindo apoio dele para isso também. Ali é bom até para um centro administrativo ou para algumas secretarias (porque não dá para fazer todas as secretarias em um único local, até estrategicamente isso não é bom) e, até se fosse o caso, poderíamos vender, passando pela Câmara de Vereadores, claro, para obter recursos em benefício do município e toda população”.

 

 

VDC-Aeroporto

Imagem do Google Earth mostra que a pista do aeroporto interrompe várias vias.

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