Onildo do Labo trabalha por uma chapa que una Fabrício e Alexandre. Mas está difícil

Posted on quarta-feira, 13 abril 2016

0


IMG-20160127-WA0003[1]

Onildo não desiste e quer viabilizar chapa Alexandre e Fabrício, ou o inverso.

Uma reunião na noite de ontem na casa do empresário Onildo Oliveira Filho, com as presenças do presidente do PCdoB, vereador Andreson Ribeiro, do vice-presidente do PSB, Gildelson Felício e do coordenador do Grupo Independente (GI), Romilson Filho, além do professor José Carlos Oliveira, militante do PSB e do radialista Pedro Massinha, mais uma vez foi discutida a possibilidade de formação de uma chapa unindo o PCdoB e o PSB. A tentativa vem sendo feita desde que Onildo se afastou do PSDB.

Segundo um dos presentes à reunião da terça-feira o esforço é no sentido de construir uma terceira via forte, capaz de fazer frente tanto à candidatura de Herzem Gusmão, primeiro lugar em todas as pesquisas de intenção de votos, quanto à candidatura de Zé Raimundo Fontes. “Existe a preocupação de que uma mudança brusca à direita possa gerar um problema de gestão com prejuízo para a cidade, ao mesmo tempo que há a compreensão de que é necessário buscar uma alternativa à continuidade do  projeto que já dura 20 anos. Um terceiro bloco com chances de eleição oxigena a política e faz bem”, comentou uma fonte.

No entanto, apesar da intenção de Onildo e do estímulo de Romilson, em nome do GI, o acordo é considerado muito difícil, porque nem o PCdoB nem o PSB abre mão da cabeça de chapa. Fabrício já afirmou que nem o Papa pode demovê-lo de ser candidato. Alexandre também já disse que a candidatura não tem volta. Os dois responderam ao prefeito Guilherme Menezes e ao pré-candidato do PT, Zé Raimundo, que disseram em entrevistas a blogs da cidade que ainda esperam o apoio dos dois partidos.

Sobre a unidade de PSB, PCdoB e partidos do GI, o PDT principalmente, dirigido por Romilson, a fonte do BLOG disse que está difícil. “Mas, vamos continuar conversando”. O resultado de uma pesquisa feita na semana passada pelo instituto Babesp – que já corre à boca pequena e será integralmente conhecido na terça-feira – pode influenciar o acordo, a favor de um dos dois nomes que teria ultrapassado Zé Raimundo nas intenções de voto dos conquistenses.