Pauta boa da prefeitura: Teatro Carlos Jehovah estimula produtores [e artistas] conquistenses

Posted on segunda-feira, 18 julho 2016

0


Cravado no coração da cidade, o Teatro Carlos Jehovah é quase imperceptível, durante o dia, na movimentada Praça da Bandeira. À noite, o cenário muda, e a movimentação toma conta do espaço, que tem sido cada vez mais visitado e requisitado pelos produtores culturais locais. Desde 1982 [quando o prefeito era Gildásio Cairo], ele é palco para artistas conquistenses e também para os que estão de passagem pela região.

Com pauta gratuita, oferecendo um técnico e uma estrutura mínima de som e iluminação, o Jehovah tem movimentado a agenda cultural da cidade. “O Teatro está se tornando mais habitual na noite conquistense. No ano passado, a cidade começou a redescobrir o Carlos Jehovah. É excelente ter uma agenda também durante a semana e é isso que temos tentado manter”, comemora o músico Euri Meira.

“Muitos artistas conquistenses pisaram pela primeira vez num palco no Teatro Carlos Jehovah. Ele é um dos importantes espaços de incentivo à arte e à difusão da nossa produção cultural”, afirma o Secretário Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Nagib Barroso.

Apenas no primeiro semestre desse ano, foram 79 agendas abertas ao público, além dos ensaios que acontecem por lá.

Coração de mãe – Com capacidade para receber até 150 pessoas, o teatro é uma sala pequena e “de extrema importância para os artistas promoverem seus eventos”, como lembra Euri, que às vezes se apresenta com as portas abertas permitindo um maior público.

A jornalista Aline Mattos foi poucas vezes ao Teatro, mas se sente muito à vontade por lá. “O teatro possui um clima intimista, permite uma proximidade maior com os amigos e até mesmo com os artistas que ali se apresentam. Fico feliz por termos o teatro Carlos Jeohvah à nossa disposição, pois é um espaço que valoriza a produção cultural conquistense”, declarou.

“Modesta, intimista e alternativa. Foi a primeira casa de shows que conheci em Conquista. O espaço é pequeno mas, em noites de casa lotada, a galera se espalha e se acomoda como pode”, diz o universitário João Barreto, assíduo frequentador do espaço. “O Teatro Carlos Jehovah é que nem coração de mãe”.

Show no Carlos Jehovah

Márcia Castro e Achiles Neto em edição do projeto “Retiros Autorais“, criado pelo segundo e apresentado no Carlos Jehovah. (Perdão ao terceiro músico, não sei o nome dele).

Para acompanhar a agenda do Teatro, acesse o site da Prefeitura Municipal. Os artistas e produtores que queiram solicitar pauta devem entrar em contato com a Secretaria de Cultura.

Texto e fotos: SECOM/PMVC (O que está entre chaves é do BLOG)