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Economia Rural

Coopmac faz balanço preliminar da exposição e acredita em mais de R$ 100 milhões em negócios

Considerando todos os negócios feitos no Parque de Exposições Teopompo de Almeida durante os seis dias da 52ª Exposição Agropecuária Nacional de Vitória da Conquista, o presidente da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac), Jaymilton Gusmão Filho, adiantou que a compra e venda dos produtos expostos deve ultrapassar a casa dos R$ 100 milhões. Para chegar a essa estimativa, Jaymilton incluiu não apenas a comercialização de animais e de produtos agropecuários, como insumos e máquinas de pequeno e de grande porte. Nas contas entram desde imóveis, material para construção, carros, motos, alimentos, artesanato e até o parque de diversões, que esteve lotado todos os dias.

Jaymilton e João Leão
Jaymilton Gusmão Filho conversa com vice-governador João Leão sobre potencial da 52a. Exposição Agropecuária de Conquista

“Todo mundo quer saber se vai os negócios chegam a R$ 100 milhões, vai ser muito mais de R$ 100 milhões comercializados”, afirmou o presidente da Coopmac, ressalnatndo a importância do evento para a economia da região. Jaymilton destacou as novidades que obtiveram sucesso na feira, como a Rota da Cachaça, com várias empresas fechando negócio pra vender no comércio local, o que, em sua avaliação, por si só, já valeria a viagem. “A gente sempre diz que a cachaça artesanal não é apenas um produto, mas uma experiência e eles vendem muito bem isso, esta parte da sustentabilidade, um produto agregado da agricultura familiar, do micro empresário, este é mais um exemplo do que sustenta a nossa economia”.

Jaymilton voltou a enfatizar que este está sendo um ano do resgaste econômico regional, especialmente na atividade rural. “A gente vinha meio fragilizado dos anos de seca, da crise econômica, de um ano muito ruim em relação à safra de café, principalmente. Nós que estamos acostumados a uma safra de 800 mil sacas não chegamos nem a 150 mil, algo em torno disso. Foi fundamental termos resiliência para poder fazer este evento, entendendo alguns sinais de que tinha tudo pra dar certo”, comemorou. Para o presidente da Coopmac, a economia está se descolando: “Percebe-se que não estamos mais no fundo do poço e isso serviu demais pra mostrar para a região que com trabalho, com união, a gente consegue vencer as dificuldades. A gente espera que os equipamentos,  a tecnologia e os insumos comercializados, que isso vai impactar na melhoria da condição de vida dos produtores, principalmente nos do setor primário, do setor agropecuário, que é o setor que a gente mais dá força”.

Leilões de sucesso

No quesito negócios com animais, o resultado foi mais que satisfatório, sobretudo com os leilões e a comercialização direta de animais. Foram quase 400 ovinos e caprinos vendidos e aproximadamente 800 bovinos, números superiores ao planejado, a ponto de os produtores venderem animais que não foram levados ao parque para comercialização. O leilão de gado Nelore, ocorrido na tarde do domingo, por exemplo, passou a ser um dos três mais importantes para a Bahia.

“Em nome da Coopmac quero agradecer a todos os parceiros, porque ninguém consegue fazer um evento deste se não for inspirado nessas parcerias. Esse é o espírito do cooperativismo, é o DNA da doutrina cooperativista e tenho certeza que a gente está muito mais animado pra fazer 2019”, prevê. O ano de 2017, segundo Jaymilton, foi um ano que a chuva atrapalhou bastante, mas em 2018, mesmo também tendo chovido, o público compareceu e valorizou muito o trabalho que foi feito. “A gente parabeniza também a cidade porque Conquista merece este tipo de evento, reconhece o nosso trabalho. Tivemos falhas, sim, teremos sempre, não somos perfeito nem queremos ser, mas sempre buscamos aprimorar cada vez mais!” assegurou o presidente da Coopmac.

Capacitação e entretenimento

A Exposição 2018 recebeu mais de 100 palestras, cursos, minicursos, somando ainda o número de participantes, que foi recorde. Os três auditórios do evento estiveram sempre lotados, com palestrantes, pesquisadores e especialistas de diversas parte do país. Jaymilton Gusmão lembra da declaração da coordenadora do Projeto ADAB na Escola,  Irma Maria do Amor Santos, que declarou que o evento cumpriu seu papel, ao chegar a quase 4 mil alunos participantes.

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Para milhares de pessoas, ver a beleza dos animais, poder tocar neles e até fazer fotos é a melhor diversão na exposição.

Em relação às atividades de entretenimento o destaque foi a participação das bandas e artistas regionais, gente muito conhecida do público, que agradou em cheio quem parou para ouvir. Isso sem contar com as apresentações de Vingadora, Raneychas, Boteco das Amigas (sexta), Calcinha Preta, Magníficos e Saia Rodada, (sábado) na área anexa de shows, superando as expectativas. Outra atração, como todos os anos, foi o parque de diversões. “Mas, a gente sabe que o passeio entre as baias e currais, apreciando os animais, alguns entre os mais belos exemplares de cada raça, também faz parte do lazer e do entretenimento, principalmente para famílias com crianças, tudo começou assim e se manteve este ano, agradando as famílias”, lembou Jaymilton.

Com Ascom/Coopmac

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