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Zé Raimundo e Sheila Lemos são vítimas de campanhas difamatórias na internet

Já se sabe que a internet e as chamadas redes sociais são campos de disseminação de todo tipo de notícia e, com fertilidade, ainda mais das notícias falsas ou que contém interesses maldosos, especialmente quando se trata de assuntos políticos. Em Vitória da Conquista, como todo o Brasil, a prática de espalhar fake news (notícias falsas) tem sido cada dia mais intensa e recorrente por meio do Facebook e do aplicativo Whatsapp. Entre os que fazem uso desse expediente estão pessoas que não pesquisam sobre a veracidade ou falsidade da informação e não leem o que espalham e fazem isso sem avaliar, de forma muitas vezes ingênua ou de boa fé.

Outros, estes associados a partidos ou a políticos, são movidos por interesses maldosos, criam memes, cards, escrevem ou reescrevem textos com acusações, dados falsos e até informações criminosas, com o intuito único de atingir adversários políticos, pessoas de quem não gostam ou simplesmente para tentar agradar a patrões e chefes de suas agremiações partidárias. São pessoas conhecidas, que não consideram o estrago que podem fazer em seus alvos e nem os riscos que correm do ponto de vista jurídico, querem apenas atingir aqueles a quem destinam a informação falsa, a mentira ou mesmo a brincadeira de cunho pejorativo.

Esta semana duas figuras da política conquistense foram (e estão sendo) alvos desse tipo de campanha maliciosa, que difama as pessoas: o deputado estadual e ex-prefeito José Raimundo Fontes e a presidente da CDL e pré-candidata a deputada Sheila Lemos Andrade. Primeiro foi Zé Raimundo o alvo. De dentro da prefeitura foi espalhada uma cópia de ofício de um delegado da Polícia Federal, lotado em Curitiba/PR, em que o prefeito Herzem Gusmão é informado de que na próxima semana o delegado e equipe estarão na prefeitura para levantamento de dados e documentos acerca do uso de recursos federais na obra de duplicação da Avenida Juracy Magalhães, realizada em 2007. No ofício – e de nenhuma outra forma – a autoridade policial disse que houve ou há irregularidade na obra, mas apenas que virá colher dados e fazer perícia para completar um processo em aberto.

De acordo com o blog Siga News, “o setor técnico científico da Polícia Federal esclarece que há uma ‘investigação policial em aberto’, tendo sido solicitada ao órgão “exame pericial nas obras da 1ª etapa, 2ª etapa e ciclovia da Avenida Juracy Magalhães”. A obra foi realizada com recursos do Orçamento Geral da União e da Prefeitura de Vitória da Conquista pela então Secretaria de Transporte, Trânsito e Infra-estrutura Urbana.

O perito criminal afirma que já dispõe de parte da documentação, que estava em posse da Controladoria Geral da União/CGU, mas que não haviam sido localizadas algumas ‘informações relevantes’, daí porque a solicitação de planilhas e outros documentos referentes à 1ª etapa da duplicação da Avenida Juracy Magalhães (convênio 174846-73); 2ª etapa da duplicação da Avenida Juracy Magalhães (convênio 193819-42); e ciclovia da Avenida Juracy Magalhães (convênio 194354-58).”

BLOG não tem como assumir a defesa do ex-prefeito José Raimundo – que se diz absolutamente tranquilo acerca da lisura da obra -, tampouco pode afirmar que o resultado da investigação policial será favorável a ele, mas não há como deixar de destacar o modo como adversários do ex-prefeito trataram e deram divulgação ao fato, alterando o objetivo anunciado pela PF, de “exame pericial nas obras da 1ª etapa, 2ª etapa e ciclovia da Avenida Juracy Magalhães” para complementar uma “investigação policial em aberto”, como sendo uma ação da Operação Lava a Jato, com a nítida e maldosa intenção de difamar o deputado petista, que concorreu com o prefeito Herzem Gusmão na eleição, tendo sido derrotado no segundo turno.

Em textos e gravações espalhados por meio do WhatsApp, adversários políticos de Zé Raimundo mudaram a notícia, alteraram a essência e o objetivo da missão do delegado, usando da informação de que a autoridade vem de Curitiba para tentar misturar o nome do petista conquistense com a Lava Jato, o que não tem fundamento. A intenção dos que fizeram isso era só atacar Zé Raimundo, ainda que usando de um fato existente, que foi claramente modificado.

A presidente da CDL foi alvo de uma campanha ainda mais maldosa, porque seus adversários tentaram jogar a comunidade católica e os trabalhadores do comércio contra ela, atribuindo a uma inexistente atitude pessoal dela a decisão de abrir o comércio no dia 31 deste mês, data em que se comemora o Corpus Christi. Chegaram a afirmar em conversas de WhatsApp e postagens no Facebook que ela havia mandado cancelar. Muita gente, por desconhecer o funcionamento da CDL e a lei dos feriados, acreditou e ajudou a espalhar a falsa notícia.

BLOG considera que qualquer que tenha sido a intenção da entidade que congrega os lojistas foi errada, porque foi de encontro a um costume, a uma tradição já arraigada e que envolve não apenas católicos, mas a população de modo geral, que sempre usufruiu a data como feriado, mesmo que não o seja oficialmente. Entretanto, é preciso reparar que usar uma decisão de um colegiado, não de uma pessoa, situação em que ela mesma não votou e optou por não abrir a loja da família que dirige, foi intencionalmente maldoso. E tem gente que ainda está espalhando a notícia desvirtuada, afirmando que Sheila Lemos determinou por sua própria vontade a abertura das lojas no feriado, o que não é possível ela fazer nem legalmente nem estatutariamente. Pessoas conhecidas que não apenas espalham a notícia falsa, como a aumentam, acrescentando pitadas de intolerância e difamação à pessoa.

Foto estúdio Band FMNo mês passado o BLOG se manifestou contra meme em que a Band FM e alguns de seus profissionais eram vinculados em fotografia acompanhada do texto “Band presídio Conquista – Aqui a propina é em dinheiro vivo”, ao escrivão e radialista Carlos Bramont, preso no dia 3 de abril acusado de receber propina e outros crimes na sua atividade no Cartório do 1º Ofício de Registro de Imóveis e Hipotecas de Vitória da Conquista. Na oportunidade, escrevi: “Trata-se de uma irresponsabilidade, desrespeito com a empresa jornalística, com seus profissionais e com a imprensa como um todo, sinalizando que ninguém está a salvo da maldade das falsidades que são produzidas para atingir objetivos político-partidários na internet (ou na mídia tradicional). O BLOG abomina e eu condeno a conduta registrada”.

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