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Política

Posse de Bolsonaro terá maior esquema de segurança da história, com agentes disfarçados na multidão e snipers

O plano de segurança para a posse do futuro presidente Jair Bolsonaro, no dia 1º de janeiro, vem sendo discutido há semanas, com participação da equipe do presidente Michel Temer e a equipe de transição do novo governo. A preocupação com o esquema de segurança na posse novo presidente aumentou considerando o atentado sofrido pelo então candidato, em setembro, e as denúncias de ameaças feitas contra ele após a eleição aumentaram a preocupação dos que participam do planejamento.

Auxiliares da Presidência revelaram que todo o evento está sendo pensado de modo a reduzir ao mínimo possível o risco de um atentado com arma de fogo contra o presidente eleito. Além de usar colete à prova de balas, Jair Bolsonaro deve ser acompanhado de perto por snipers (atiradores de elite) nos prédios da Esplanada e um grande contingente de agentes disfarçados no meio da multidão.

Doze mil agentes trabalharão na operação. O maior esquema de segurança para uma posse presidencial montado até hoje foi o empregado quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o cargo pela primeira vez, em 2003, com 8,2 mil homens das forças de segurança. Na última cerimônia do tipo, em 1º de janeiro 2015, dia em que Dilma Rousseff (PT) deu início ao seu segundo mandato, foram 4 mil.

Por causa da estrutura de segurança, o custo total da posse deve chegar a cerca de R$ 1 milhão, um dos mais altos da história, quase o dobro de eventos anteriores.


Com informações dos jornais O Globo e Extra.

 

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