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Apresentações do Natal Conquista de Luz terminam hoje com Ed Motta no Glauber Rocha

Não há como negar que, este ano, a Prefeitura de Vitória da Conquista caprichou na programação de Natal, além das luzes, embora quase concentradas na Zona Leste da cidade, artistas consagrados da MPB ou sucessos da música atual foram contratados pela primeira vez nesta gestão, uma prática que marcou até 2015 o Natal da Cidade (que teve o nome mudado pela atual administração para Natal Conquista de Luz, muito melhor, aliás).

Longe, ainda, de ter alcançado o auge das festas de Natal promovidas pela gestão anterior, o evento realizado pelo governo Herzem Gusmão este ano pode ter sido o inicio da recondução de Conquista à condição de cidade com melhor programação de Natal do interior da Bahia, perdida a partir de 2016, quando, alegando queda na arrecadação, o prefeito Guilherme Menezes canecelou o evento, que foi retomado por Herzem Gusmão, com novo nome.

Nesta segunda-feira (23), o público que for ao Espaço Glauber Rocha poderá apreciar a apresentação de Ed Motta, uma das melhores vozes do Brasil de todos os tempos, reconhecido nacional e internacionalmente. O cantor fecha uma programação que teve Xangai, João Bosco (pela segunda vez no evento) e a carismática Kell Smith, que fez um show muito elogiado, na noite de ontem.

João Bosco no Natal de Conquista

Kell Smith em Conquista

Hoje, além de Ed Motta, o Natal Conquista de Luz terá Tierry, com seu mix de sertanejo, forró e arrocha, mais Evandro Correia, Benjamin e a banda Flash 80. A programação musical do Natal conquistense começou no dia 17, na Praça 9 de Novembro.

ERRAMOSPor erro de digitação, a matéria informava que em 2015 a gestão do ex-prefeito Guilherme Menezes realizou o Natal da Cidade apenas com artistas regionais. Na verdade, isso não aconteceu. Veja aqui: https://www.pmvc.ba.gov.br/arrecadacao-em-queda-inviabiliza-o-natal-da-cidade/

Na edição de 2015, se apresentaram Antônio Nóbrega, Cidade Negra, Marcelo Jeneci, Vander Lee, 14 Bis, Golden Boys, dentre outros. Agradeço a Nagib Barroso, secretário de Cultura à época, e ao produtor cultural Gilmar Dantas por chamarem a atenção para o nosso erro, já corrigido.

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