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Com apoio de Guilherme, Zé Raimundo vai tentar recolocar o PT na Prefeitura de Conquista


No sábado (14), o diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT), anunciou que vai disputar a eleição do prefeito de Vitória da Conquista com o deputado estadual Zé Raimundo Fontes. Apesar do tom de surpresa que a direção do PT quis dar à notícia, até a mãe de Patanha já sabia quem seria o candidato, desde dezembro, quando o ex-prefeito Guilherme Menezes (quatro mandatos) retirou o nome dele das discussões internas e o deputado federal Waldenor Pereira compreendeu que o nome mais forte para tentar impedir a reeleição do prefeito Herzem Gusmão (MDB) e recolocar o PT na administração municipal seria o de Zé Raimundo.

Mas, como a política é como o tempo, pode sair de dia claro, céu azul, para tempestades, o partido manteve-se em conversações e realizando pesquisas. Waldenor, detentor de um mandato profícuo e com votações expressivas no município (em 2018 teve 33.881 votos) poderia crescer e tornar-se competitivo ante Herzem, bem como Guilherme poderia dar um sinal de que aceitaria ser o candidato se o PT o chamasse.

Waldenor até cresceu nas pesquisas, mas, por não concentrar sua atuação política em Vitória da Conquista, não o suficiente para a aposta. E Guilherme falava sério quando disse que não desejava disputar a eleição. Zé Raimundo, que passou três anos defendendo uma renovação e que preferia não ser o candidato, for confirmado e vai em busca do terceiro mandato dele como prefeito e sexto do PT. Para isso, terá o apoio de Guilherme, assegurado em carta lida pelo ex-secretário municipal Edwaldo Alves, na reunião em que a pré-candidatura foi lançada. A carta tem a assinatura de pessoas do se convencionou chamar grupo de Guilherme e do próprio.

Com o anúncio do apoio integral do ex-prefeito, hoje diretor no gabinete do secretário estadual de Educação, o PT e Zé Raimundo dão largada à caminhada em busca de reaver a cadeira perdida para Herzem, com um entusiasmo maior que em 2016, quando o lançamento da pré-candidatura se deu mais tarde (23 de março) e, pior, sem a participação de Guilherme, que queria emplacar outro nome.

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